Calêndula

IDENTIFICAÇÃO

Calendula officinalis L

Asteraceae

-

Sinonímia

Espécie

Família

Ref.: (1); (2); (3)

Nome Popular

Calêndula

Parte utilizada/órgão vegetal

Flores.(3)

Uso externo como anti-inflamatório, cicatrizante e antisséptico.(4) Para o tratamento de lesões da pele e mucosas, promovendo a cicatrização e modulando os possíveis focos inflamatórios.(5,6)

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS

 

Contraindicado a pacientes com histórico de hipersensibilidade ou alergia aos componentes do fitoterápico ou a outras plantas da família Asteraceae. (7) Não deve ser administrado durante a gravidez, lactação ou para crianças sem supervisão médica.(8)

CONTRAINDICAÇÕES

 

Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada. EFEITOS ADVERSOS Reações alérgicas e sensibilização da pele foram relatadas. Efeitos espermicida, antifertilizante e uterotônico também foram relatados.(7)

PRECAUÇÕES DE USO

 

Reações alérgicas e sensibilização da pele foram relatadas. Efeitos espermicida, antifertilizante e uterotônico também foram relatados.(7)

EFEITOS ADVERSOS

 

Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

 

Infusão: 1 a 2 g em 150 mL de água.(4) Tintura: 1:10 em álcool 70% ou 1:5 em álcool 90% .(4,8,9) Extrato fluido: 1:1 em álcool 40%.(9) Gel: com extrato glicólico a 10%.(8) Creme: com extrato glicólico a 10%.(8) Pomada (base de lanovaselina) a 10% com extrato hidroalcoolico (tintura 1:5).(34)

FORMAS FARMACÊUTICAS

 

Tópica Infusão: aplicar três vezes ao dia com auxílio de algodão ou sob a forma de bochechos ou gargarejos.(28) Tintura: realizar bochechos ou gargarejos com 25 mL de tintura diluída em 100 mL de água.(28) Gel: aplicar na área afetada três vezes ao dia a formulação contendo 10% da tintura.(28) Creme ou pomada: aplicar na área afetada três vezes ao dia nos casos de eczemas ou uma vez ao dia nos casos de feridas a formulação contendo 10% do extrato glicólico.(28, 34)

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA (DOSE E INTERVALO)

 

O tempo de uso depende da indicação terapêutica e da evolução do quadro acompanhada pelo profissional prescritor.

TEMPO DE UTILIZAÇÃO

 

Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada sobre problemas decorrentes de superdosagem para o uso externo. Em caso de administração de quantidades acima das recomendadas ou por outra via, suspender o uso e manter o paciente sob observação.

SUPERDOSAGEM

 

PRESCRIÇÃO

Fitoterápico, isento de prescrição médica.

 

Calêndula Concreta (Calendula Officinalis + Óxido de Zinco)

NOMES COMERCIAIS

Variação de Preço: R$ 10,27 /  R$ 27,90

 

Óleo essencial, carotenoides, triterpenos, esteroides, saponinas, ácidos fenólicos, flavonoides e antocianinas.(4-7,10-14)

PRINCIPAIS CLASSES QUÍMICAS

INFORMAÇÕES SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA

 

Foram demonstradas ações antimicrobiana,(15) anti-inflamatória,(16,17) cicatrizante e sobre mucosite oral.(18,19) Extratos de Calendula officinalis são capazes de aumentar a revascularização,(20) efeito que pode contribuir para a atividade cicatrizante atribuída à espécie. O número de microvasos observados em membranas corioalantóica de galinha tratadas com extrato aquoso a 3% das flores de C. officinalis foi significativamente maior do que nas membranas tratadas com o controle (20,3 ± 2,9 versus 3,8 ± 0,2 respectivamente, p < 0,0001). Esse efeito foi asso- ciado à deposição de ácido hialurônico, observada nas membranas tratadas, mas não nas membranas controle. Ainda, constituintes isolados do extrato aquoso de C. officinalis, como polissacarídeos, aumentam a fagocitose em granulócitos humanos in vitro e in vivo em camundongos (via intraperitoneal 10 mg/kg).(21,22) O extrato hidroalcoólico das flores de C. officinalis, incorporado em base gel (a 5 ou 10%), foi testado em modelo de mucosite da cavidade oral em hamsters. Os grupos tratados com o gel (5 e 10%), administrado topicamente diariamente após o 12º dia, foram capazes de reduzir os escores da mucosite comparados ao grupo controle. Esses escores estavam associados à completa epitelização e a presença de tecido conectivo normal no grupo tratado com gel a 10%. Em um estudo com coelhos machos,(23) um creme a base de tintura de C. officinalis a 5% administrado por via tópica diariamente, foi capaz de aumentar o número de fibroblastos nas feridas cirúrgicas induzidas na região cervical dorsal dos animais em relação ao grupo controle. Uma pomada com base de vaselina formulada com extrato etanólico de C. officinalis também foi capaz de acelerar o processo de cicatrização em feridas cirúrgicas de cães.(24) Em um estudo que avaliou o efeito combinado da terapia com ultrassom e aplicação tópica de gel a base de C. officinalis em lesões musculares feitas cirurgicamente em ratos, foram descritos efeitos cicatrizante e anti-inflamatório quando da aplicação combinada do gel e terapia com ultrassom comparado apenas ao ultrassom isoladamente.(25) O efeito anti-inflamatório da espécie tem sido atribuído à presença de ésteres de álcoois triterpênicos, como o palmitato e miristato de faradiol e a glicosídeos triterpênicos. No estudo envolvendo a ação de ésteres de faradiol em modelo de inflamação induzido por ésteres de forbol em orelha de camundongos,(16) os percentuais de inibição do edema encontrados foram de 55, 46, 45, 49 e 73% para a mistura de monoésteres de faradiol, 3-miristato de faradiol, 3-palmitato de faradiol, Ψ-taraxasterol, e faradiol, respectivamente. A atividade de vários glicosídeos triterpênicos isolados de C. officinalis sobre a inflamação induzida por acetato de tetra- decanoil forbol (TPA) em orelha de camundongos também foi estudada.(17) Nove glicosídeos triterpênicos foram capazes de inibir a inflamação induzida por TPA em orelha de camundongo com valores de inibição médios (DI50) variando entre 0,05 a 0,2 mg/orelha. A atividade anti-inflamatória relatada para os extratos das flores de C. officinalis está relacionada à sua ação cicatrizante, já que em muitos casos o processo inflamatório normal que acompanha a cicatrização e que leva à formação do tecido de granulação pode estar exacerbado.(17)

Ensaios não-clínicos Farmacológicos

Não foi observado efeito espermicida induzido por extrato de calêndula sobre espermatozoides humanos.(26) Baixa toxidade aguda e subcrônica em ratos.(27) Foi observado aumento nos níveis séricos da ureia, alanina e aminotransferase, após administração de altas doses do extrato, possivelmente devido a sobrecarga renal e hepática.(2)

Ensaios não-clínicos Toxicológicos

O uso do infuso de calêndula, quatro vezes ao dia, durante sete dias, na forma de enxaguatório bucal, produziu a cicatrização do tecido lesionado após cirurgia periodontal.(28) A utilização de gel oral contendo extrato de flores de calêndula (2%, p/v) reduziu a intensidade da mucosite orofaríngea induzida por radiação em pacientes com câncer de cabeça e pescoço.(29) Foi observada atividade antisséptica em pacientes tratados com formulação a base da tintura de calêndula após extração dos terceiros molares.(30) Em um estudo aberto, não controlado, trinta pacientes com queimaduras, foram tratados por meio de aplicações de hidrogel contendo 10% de extrato hidroetanólico de C. officinalis, três vezes ao dia, por 14 dias. O efeito foi notado pela redução dos sinais de eritema, edema, bolhas, dor e sensibilidade ao calor.(31) Revisão sistemática identificou seis ensaios clínicos envolvendo calêndula e concluiu que cremes a base de extrato de calêndula (2-10%) são úteis na cicatrização de feridas.(32) Em ensaio clínico duplo-cego, randomizado,(33) comparou-se a eficácia, de um creme-gel, gel de aloe (n=32) com uma pomada de calêndula a 1,5% (n=34), em diminuir a severidade e a frequência de dermatite induzida por uso de fralda. A severidade da dermatite foi reduzida em ambos os grupos ao final do tratamento (p=0,001), mas de forma mais pronunciada no grupo tratado com C. officinalis (p = 0,001). Não houve relato de nenhuma reação adversa aos tratamentos.

Ensaios clínicos Farmacológicos

Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada.

Ensaios clínicos Toxicológicos

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Farmacopeia Brasileira. Memento Fitoterápico, 1° Edição, 2016. Disponível em: http://bit.ly/2LMgjOy

FONTE

SELEÇÃO DE PUBLICAÇÕES 

 

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(3) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Farmacopeia Brasileira. 5. ed. v. 2, p. 714, Brasília, DF: ANVISA, 2010.

(4) BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1. ed. Brasília, DF: ANVISA, 2011, 126p.

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Imagem: Name Calendula officinalis L. Specimen López López, Laura Margarita – 0144. Image Kind Herbarium Specimen. Bar Code MO-2215565. Copyright MBG. Photographer MBG. Fonte: Tropicos. Disponível em: http://bit.ly/2RNPUoY

REFERÊNCIAS

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